Eu vou falar do livro do Jostein Gaarner, O Diário do Coringa. Um professor meu que é PhD sempre falava deste romance, ele dizia que o coringa era o sabichão, que era o mais sábio de todos e que estava entre nós sem que soubessemos. Fiquei tão impressionado com o coringa que inventei o nick name Joekerlian que uso em alguns sites e email. Pensei que deveria conhecer esse tal personagem, então depois que me formei eu comprei o livro e pensei, "agora eu vou ler este livro".
Mas encontrei personagens muito problemáticos, o pai e o menino que são os principais. O pai era um alcoólatra crônico que bebia todos os dias. Eles decidiram viajar para encontrar a ex-mulher dele que era a mãe do menino que saiu pela vida a procura de si mesmo, que, grosso modo era uma perdida na vida mesmo e trabalhava de modelo fotográfica. Para encontrá-la eles deveriam viajar pela Europa. Não sei como não houve um acidente por dirigir alcoolizado.
O menino seguiu o pai na viajem e começou a visitar um mundo paralelo onde o coringa ficava. Ou seja, o pai era um alcóolatra e o filho parecia um esquizofrênico que também fugia da realidade. A bebida não serve para fugir da realidade?
O pai do menino colecionava cartas do coringa pelos bares onde passava, onde as pessoas jogavam baralho. Ele sempre pedia a carta coringa. Isto era só um símbolo, pois não lhe concedeu nenhum poder especial.
No final do livro o coringa se liberta e vem para o nosso mundo, ficar em segredo em meio as pessoas, mas ele não fez nada de genial ali, já que era tão poderoso.
Sinceramente, eu acho que o símbolo do coringa é de bode expiratório na sociedade, por causa do Coringa do Batman. Quantas crueldades ele não fez? E nunca morre ou é condenado a morte, porque ele é louco e vai para o Asilo Arkham, de onde sempre foge.
Este foi o unico bola fora que o professor PH deu no curso de biologia de 98 UEL, na minha opinião.
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