quarta-feira, 7 de novembro de 2012

O Monge no Planeta Branco


 Estou escrevendo o que vai ser provavelmente meu terceiro livro. Será de ficção científica e se chamará o Monge no Planeta Branco.
 A história é de um monge que vai ao Planeta Branco onde não existe nada, é um lugar onde o chão e o céu são brancos e nada mais se vê. Ele vai lá para criar a vida através do pensamento, meditando,  então primeiro ele cria o solo e depois a grama, as formigas, as flores, as abelhas, gafanhotos, louva-deuses, camundongos até criar os seres humanos.
 Os seres humanos por serem criados no Planeta Branco crescem mais rápido, assim em tres anos estão com idade corporal de vinte anos. Mas no processo criativo deve se procurar criar os seres da forma mais natural possível, sem intervenções genéticas, ciência que naquela época do futuro fazia milagres. Os humanos também devem se comportar de forma primitiva no princípio, senão eles se desestabilizam energeticamente e podem se desintegrar. Então eles não podem nem mesmo aprender a língua que os humanos normais falam em outros planetas pois é muito avançado. Eles tem que se comunicar por um dialeto indígena que será ensinado para eles.
 Então a primeira pessoa a nascer é uma menina,  ela cresce e algo inesperado por todos acontece. O monge se apaixona por ela. Isto é algo proibido até então porque o monge sendo o criador dela é como se fosse o pai dela. Nenhum criador namorou ou se casou com uma humana criada por ele. As regras do Sistema de Criação precisarão ser revistas. E ainda por cima o monge terá que quebrar seu voto de castidade quando namorar Lidiane.
 Haverá também outros acontecimentos interessantes na história. Quando for publicado leia o Pequeno Monge no Planeta Branco que valerá a pena!

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