Estou
escrevendo o que vai ser provavelmente meu terceiro livro. Será de ficção
científica e se chamará o Monge no Planeta Branco.
A história é de um monge que vai ao Planeta Branco onde não
existe nada, é um lugar onde o chão e o céu são brancos e nada mais se vê. Ele
vai lá para criar a vida através do pensamento, meditando, então primeiro
ele cria o solo e depois a grama, as formigas, as flores, as abelhas,
gafanhotos, louva-deuses, camundongos até criar os seres humanos.
Os seres humanos por serem criados no Planeta Branco crescem
mais rápido, assim em tres anos estão com idade corporal de vinte anos. Mas no
processo criativo deve se procurar criar os seres da forma mais natural
possível, sem intervenções genéticas, ciência que naquela época do futuro fazia
milagres. Os humanos também devem se comportar de forma primitiva no princípio,
senão eles se desestabilizam energeticamente e podem se desintegrar. Então eles
não podem nem mesmo aprender a língua que os humanos normais falam em outros
planetas pois é muito avançado. Eles tem que se comunicar por um dialeto
indígena que será ensinado para eles.
Então a primeira pessoa a nascer é uma menina, ela
cresce e algo inesperado por todos acontece. O monge se apaixona por ela. Isto
é algo proibido até então porque o monge sendo o criador dela é como se fosse o
pai dela. Nenhum criador namorou ou se casou com uma humana criada
por ele. As regras do Sistema de Criação precisarão ser revistas. E ainda por
cima o monge terá que quebrar seu voto de castidade quando namorar Lidiane.
Haverá também outros acontecimentos interessantes na
história. Quando for publicado leia o Pequeno Monge no Planeta Branco que valerá a pena!
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